Postado em: 07/01/2026

CLIPPING AHPACEG 07/01/26

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES

Maturidade digital hospitalar: das promessas às prioridades

https://medicinasa.com.br/maturidade-digital-hospitalar/

Como a incorporação de novas tecnologias pode humanizar a assistência à saúde

https://medicinasa.com.br/incorporacao-tecnologias/

EUA alteram calendário infantil e deixam de recomendar seis vacinas de forma universal

https://ohoje.com/2026/01/06/vacinas-infantis-deixa-de-ser-ofertada-eua/

Fiocruz lança curso gratuito sobre a saúde mental no trabalho

https://www.saudebusiness.com/gestao/curso-aborda-saude-mental-e-estrategias-de-cuidado-no-trabalho/

Hapvida mantém rating AA no MSCI ESG

https://www.saudebusiness.com/hospitais/hapvida-mantem-rating-aa-no-msci-esg/

MEDICINA S/A

Maturidade digital hospitalar: das promessas às prioridades

Encerramos 2025 com uma percepção clara que a maturidade digital dos hospitais não evoluiu na velocidade que esperávamos. Houve avanços importantes, sim, especialmente na expansão da infraestrutura crítica, na integração de dados assistenciais e na adoção de ferramentas de apoio à decisão clínica. Mas também houve desapontamentos por conta das expectativas otimistas sobre a capacidade de execução, orçamento e mudança cultural. Entramos em 2026 com a responsabilidade de fazer um acerto de contas com a realidade, para que possamos construir algo sustentável em vez de repetir promessas vazias.

Uma das frustrações de 2025 foi perceber que parte significativa dos hospitais continuou apostando em soluções de digitalização, como aplicações, interfaces e novos módulos sem equilibrar a base que sustenta tudo isso. Quando faltam redes resilientes, gestão adequada de dispositivos, arquitetura de dados clara e governançaconsistente, qualquer avanço se torna frágil.

Muitos projetos travaram não por questões técnicas, mas estruturais, por conta de ambientes híbridos mal dimensionados, interoperabilidade subestimada, ausência de mapeamento de processos e maturidade baixa em segurança da informação. A consequência foi que as expectativas de automação, integração e eficiência não se concretizaram.

Outra previsão que não se confirmou em 2025 foi a crença de que o corpo clínico estaria mais engajado com novas rotinas digitais. A verdade é que a mudança cultural segue como o principal desafio. Profissionais de saúde lidam com alta pressão assistencial, falta de tempo e processos fragmentados. Esperar adoção imediata de ferramentas digitais, sem repensar fluxos e sem incluir esses profissionais desde o projeto da solução, é um erro. TInão deve ser apenas fornecedora de tecnologia, mas parceira de construção de processos, e quando isso não acontece, a maturidade estagna.

A maturidade digital do setor segue travada pela incapacidade de fazer os sistemas conversarem entre si e seguirmos com a pauta da interoperabilidade. Em 2025, era esperado um avanço mais acelerado em padrões de integração, centralização de dados clínicos e uso inteligente de indicadores assistenciais. Em 2026, não haverá mais espaço para tolerar dados ilhados. Interoperabilidade deixou de ser tendência, é condição mínima para garantir segurança, produtividade e qualidade assistencial.

Se houve um ponto positivo nisso tudo, veio por conta da cibersegurança, já que os incidentes que marcaram o setor deixaram claro que maturidade digital não existe sem uma postura de segurança robusta. Mas apesar dessa tomada de consciência, muitas instituições passaram 2025 ainda “tapando buraco”, em vez de trabalhar com estratégias estruturantes de Zero Trust, controle de acesso, segmentação e gestão contínua de vulnerabilidades. A expectativa otimista de que a segurança estaria mais madura esbarrou nos orçamentos curtos e na dificuldade de reter especialistas.

2026: o ano em que TI precisa assumir seu papel estratégico

O amadurecimento digital dos hospitais não nascerá de compras pontuais de tecnologia, mas da consolidação de uma visão estruturada. No próximo ano, a TI precisa ocupar definitivamente o lugar que ainda hesitamos em assumir, o de área estratégica, orientando a operação e influenciando nas decisões clínicas e administrativas. Isso significa fazer:

  • Arquiteturas resilientes, pensadas para cinco ou dez anos, não para resolver o problema imediato;
  • Integração real entre tecnologia, governança e corpo clínico;
  • Infraestrutura que não seja invisível apenas quando funciona, mas valorizada como base crítica;
  • Indicadores assistenciais e operacionais confiáveis, que transformem dados em priorização;
  • Segurança da informação como pilar.

Hospitais que desejam dar um salto real em 2026 devem abandonar a ideia de “projeto” como solução isolada e abraçar a jornada como estratégia contínua. Isso exige coragem para rever processos, clareza para priorizar e humildade para reconhecer limites, inclusive os que ficaram expostos ao longo de 2025.

A jornada da maturidade digital requer consistência e se há algo que o último ano nos ensinou, é que somente os hospitais que tiverem disciplina técnica, visão de longo prazo e respeito pelos desafios humanos conseguirão avançar de verdade.

*Edgard Nienkotter é CEO na Hexa IT.

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Como a incorporação de novas tecnologias pode humanizar a assistência à saúde

A implementação de novas tecnologias será o tema em destaque neste ano na área da saúde. O avanço tecnológico é essencial para a medicina e, segundo o professor Paulo Saldiva, da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), uma das soluções para a diminuição das desigualdades sociais.

“Durante a recente pandemia de covid, o sistema de saúde brasileiro estava em uma tragédia sanitária e também em um desencontro político entre diferentes níveis do governo. Os profissionais tiveram que ir para a frente de batalha nas UTIs, no pronto atendimento. Entre os profissionais, pessoas que não atuavam na área fazia um tempo ou jovens recém-formados. Como se faz para capacitar esses trabalhadores e reduzir a letalidade? Um exemplo é a tele-UTI, onde se conseguiu não só monitorar os pacientes a distância, mas também fazer educação com a segunda opinião formativa, passar visita com várias UTIs. As UTIs que, digamos, tiveram que ser montadas às pressas, a mortalidade caiu de 70% para acima de 30%, que era a média mundial”, diz.

Utilização da IA

“O que não pode acontecer é impessoalizar a medicina e fazer do uso de novas tecnologias só o ganho de rentabilidade e não de promoção de maior acesso. Sabe-se o que acontece com algumas organizações financeiras, onde se diminuiu muito o atendimento pessoal. Esse dilema é um dilema moral, ou seja, a inteligência artificial representa o futuro, mas tem que se usar o ato de cuidar. Ele não tem história, ele não tem futuro, nem passado, o ato de cuidar é o mesmo. A forma de cuidar é que pode mudar.”

Além disso, o professor complementa sobre como o uso será influenciado por outras áreas do conhecimento. “Vai-se ter uma grande influência das ciências humanas. Valores como alteridade, ética e valores para entender os aspectos culturais, as opções que as pessoas querem, são de uma importância fundamental. A inteligência artificial vai ter um futuro junto da medicina digital, mas a área terá que ter também os componentes de humanidade do ato de cuidar”.

Capacitação na saúde

A incorporação de novas tecnologias torna necessária uma aprendizagem constante dos novos recursos e uma reinvenção dos mais antigos. Saldiva afirma que “hoje existem infinitas possibilidades de processamento de dados, em que se sabe tudo sobre o indivíduo. O conhecimento desses dados permite que o profissional não só descubra a efetividade de tratamentos ou de novas alternativas, mas também permite que você lucre, como as empresas do mundo financeiro. A medicina vai ter que ter uma constante vigilância nesse dilema. Quando se fala da capacitação, eu vejo que hoje existem muitos recursos para a qualificação e manter-se atualizado na saúde; para isso tem que estudar, através do ato de querer procurar”.

“A medicina está crescendo e a saúde está crescendo de forma exponencial em seu conhecimento. Em algumas áreas, até a primeira metade do século 20, o tempo de duplicação do conhecimento médico era de mais ou menos cinquenta anos, quer dizer, o profissional se formava e, durante a sua vida, ele sabia o suficiente para exercer a profissão estudando pouco. Agora você tem áreas em que o tempo de duplicação é de meses. Isso significa que o trabalhador vai ter que estudar a vida inteira e a inteligência artificial acentua essa situação”, finaliza. (Com informações do Jornal da USP)

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O HOJE

EUA alteram calendário infantil e deixam de recomendar seis vacinas de forma universal

Mudança anunciada pelo governo norte-americano transfere a decisão sobre imunização para famílias e médicos e provoca forte reação de especialistas em saúde pública

O governo dos Estados Unidos anunciou, nesta segunda-feira (5), uma alteração sem precedentes no calendário de vacinação infantil. A partir de agora, seis vacinas deixam de ser recomendados de forma rotineira para todas as crianças no país. A medida foi divulgada pelo Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS), atualmente sob comando de Robert Kennedy Jr., e integra uma revisão mais ampla da política de imunização incentivada pelo presidente Donald Trump.

Com a nova diretriz, deixam de constar como recomendações universais as vacinas contra a gripe, hepatites A e B, meningococo, bactéria responsável por casos graves de meningite, vírus sincicial respiratório (VSR), associado à bronquiolite em bebês, e rotavírus, causador de gastroenterites severas. Meses antes, a vacina contra a Covid-19 já havia sido retirada do calendário infantil de recomendação geral.

Decisão compartilhada de imunização com as vacinas e críticas da comunidade médica

A mudança passa a valer imediatamente e altera a lógica da política de prevenção. Os imunizantes agora serão indicados apenas para crianças consideradas de alto risco ou em situações específicas, mediante avaliação médica individual. O modelo adotado pelo governo é o da chamada “decisão compartilhada”, em que profissionais de saúde e responsáveis avaliam conjuntamente a necessidade da vacinação.

A decisão, no entanto, gerou reação imediata entre especialistas. Infectologistas e pediatras alertam que a retirada das vacinas do calendário universal pode resultar em queda da cobertura vacinal e no aumento da circulação de doenças preveníveis, sobretudo em populações mais vulneráveis.

Segundo esses profissionais, comparações com políticas adotadas por outros países desconsideram diferenças significativas entre sistemas de saúde, condições socioeconômicas, acesso a serviços médicos e padrões de circulação de vírus e bactérias. Para eles, o histórico norte-americano de controle de doenças infecciosas está diretamente ligado à ampla adesão às campanhas de vacinação.

“O calendário vacinal infantil dos Estados Unidos é uma das ferramentas mais estudadas e eficazes para prevenir doenças graves e potencialmente fatais”, afirmou o pediatra Sean O’Leary, especialista em doenças infecciosas. De acordo com ele, qualquer revisão nesse sistema deveria se apoiar exclusivamente em evidências científicas sólidas e amplamente consensuais.

A mudança reacende o debate sobre o papel do Estado na promoção da saúde pública e levanta preocupações sobre possíveis impactos a médio e longo prazo na proteção de crianças contra doenças já controladas nas últimas décadas.

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SAÚDE BUSINESS

Fiocruz lança curso gratuito sobre a saúde mental no trabalho

A formação, desenvolvida pelo Observatório Nacional de Saúde Mental e Trabalho, é gratuita e tem como principal objetivo capacitar profissionais da área da saúde.

O Brasil vive uma crise de saúde mental que tem impactado diretamente trabalhadores e empresas. Dados do Ministério da Previdência Social mostram que, em 2024, foram registrados quase meio milhão de afastamentos por questões relacionadas à saúde mental, o maior número dos últimos dez anos. Para enfrentar esse cenário preocupante, um novo curso voltado à Saúde Mental do Trabalhador foi desenvolvido com o objetivo de qualificar profissionais e estudantes para enfrentar esse desafio de forma crítica, preventiva e integrada.

Criado pelo Observatório Nacional de Saúde Mental e Trabalho, o curso é gratuito e on line e tem como objetivo central formar profissionais das áreas da saúde, do trabalho e da gestão pública para reconhecer, analisar e intervir nas dinâmicas que afetam a saúde mental no contexto laboral, promovendo ambientes mais saudáveis e práticas institucionais voltadas à prevenção, à vigilância e ao cuidado psicossocial.

A proposta dialoga diretamente com a realidade vivenciada nos serviços e territórios, buscando fortalecer a atuação das redes de atenção psicossocial (Raps), da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador (Renast) e dos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest).

A iniciativa nasceu como uma resposta estratégica da crescente incidência de adoecimentos mentais associados ao trabalho, fenômeno agravado por vínculos laborais fragilizados, metas excessivas, assédio e pela ausência de políticas institucionais consistentes de cuidado.

Para Simone Oliveira, coordenadora da nova formação pesquisadora do Centro de Estudos em Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (Cesteh) da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), o acirramento da competitividade, o isolamento e o individualismo cada vez mais intenso precisam ser encarados pela gestão com acolhimento e escuta.

“Apostamos que o processo reflexivo, aliado a espaços de fala, afirmem que os problemas de saúde mental no trabalho são consequência da organização do trabalho, dos modelos de avaliação ancorados apenas em metas, sem valorização dos investimentos subjetivos dos trabalhadores e trabalhadoras para darem conta das tarefas. Nossa expectativa é que o curso contribua com os processos de transformação da realidade do trabalho, coletivamente, e escape da descrição que individualiza e culpabiliza o trabalhador e a trabalhadora pelo atual quadro de aumento do adoecimento em saúde mental, fruto da organização do trabalho”, explica Simone.

A partir da composição do Observatório de Saúde Mental e Trabalho, a realização deste curso surge do encontro de pesquisadores de diferentes instituições universitárias e profissionais da RENAST (Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador) – estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil, criada para organizar e implementar ações de promoção, prevenção, vigilância e assistência à saúde relacionadas ao trabalho, visando um cuidado integral aos trabalhadores, através de uma rede de serviços que inclui os Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (CEREST). 

Estruturado em quatro módulos e com carga horária de 20h, o curso aborda desde os fundamentos da relação entre saúde mental e trabalho até estratégias práticas de intervenção.

Inserido nas áreas temáticas de Saúde do Trabalhador, Saúde Mental, Saúde Coletiva, Vigilância em Saúde, Educação e Trabalho e Políticas Públicas, o curso se apresenta como uma iniciativa relevante para profissionais e gestores comprometidos com a construção de práticas institucionais mais humanas, protetivas e sustentáveis, como uma questão coletiva e de saúde pública.

Conheça a estrutura da nova formação:

Módulo 1 – Introdução ao Curso de Saúde Mental no Trabalho

Aborda a definição de saúde mental no trabalho, discutindo o impacto das condições laborais no equilíbrio psíquico e a profunda relação entre o exercício da profissão e a construção da identidade do indivíduo.

Módulo 2 – Dinâmicas de Trabalho e Impacto na Saúde Mental

Examina como a precarização das relações laborais afeta a saúde mental, detalhando as diversas formas de violência no ambiente de trabalho e suas consequências graves, como o desenvolvimento de estresse pós-traumático e depressão no contexto ocupacional.

Módulo 3 – Identificação e Manejo de Transtornos Mentais no Trabalho

Demonstra a importância da identificação precoce de transtornos mentais no trabalho, apresentando estratégias práticas de manejo para casos de depressão e TEPT, além de destacar o papel essencial das redes de suporte e do apoio institucional na recuperação do trabalhador.

Módulo 4 – Estratégias de Prevenção e Promoção da Saúde Mental

Apresenta as principais políticas de prevenção de transtornos mentais e exemplos de intervenções eficazes, visando promover práticas laborais que protejam e fortaleçam a saúde mental nas instituições.

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Hapvida mantém rating AA no MSCI ESG

A empresa elevou sua nota ESG de 7,1 para 8,3 em 2025, refletindo o aprimoramento de práticas de sustentabilidade corporativa.

Pelo segundo ano consecutivo, a Hapvida alcançou o rating AA no índice MSCI ESG, uma das principais avaliações globais de desempenho ambiental, social e de governança. Esse resultado reforça sua liderança em ESG entre as grandes empresas do setor de Healthcare Providers & Services mundialmente.

A companhia manteve o rating AA no índice MSCI ESG e registrou um avanço significativo em desempenho ESG, com o score ajustado subindo de 7,1 em 2024 para 8,3 em 2025, um aumento de 1,2 pontos. O resultado reflete o aprimoramento de políticas, processos e práticas alinhadas às melhores referências internacionais de sustentabilidade corporativa.

 “A companhia integra sustentabilidade à gestão do negócio, com foco em eficiência operacional, ética, transparência, excelência no cuidado com as pessoas e regime responsável de impactos sociais e ambientais. Os indicadores demonstram esse avanço, ratificado pelo rating AA”, ressalta Rafael Sobral, diretor de ESG da Hapvida.

Avaliação ESG

O MSCI ESG Ratings é uma das metodologias mais renomadas globalmente para avaliação ESG, amplamente utilizada por investidores institucionais, gestores de ativos e analistas de mercado. O rating avalia como as empresas lidam com riscos e oportunidades ligados a fatores ambientais, sociais e de governança, considerando aspectos como políticas corporativas, práticas operacionais, gestão de riscos, transparência e abordagem a questões relevantes para cada setor.

As companhias são classificadas em uma escala que vai de CCC a AAA, sendo os ratings AA e AAA atribuídos às empresas consideradas líderes em ESG dentro de seus segmentos.

Com a manutenção do rating AA em 2025, a Hapvida permanece posicionada acima de importantes pares do setor de saúde no Brasil.

Sustentabilidade

Atualmente, 85% da energia contratada pela Hapvida é proveniente de fontes limpas e renováveis, com meta de alcançar 100% em 2026. O programa de eficiência hídrica gerou economia de 71,4 milhões de litros de água, com redução de 17% no consumo e impacto ambiental equivalente ao plantio de 1.419 árvores.

A companhia é signatária do Pacto Global da ONU e mantém compromissos como ampliar ações de reciclagem e compostagem, alcançar a neutralidade de carbono operacional até 2040 e intensificar a capacitação de colaboradores sobre cultura ambiental e uso consciente de recursos nas unidades.

Projetos Sociais

A empresa desenvolveu iniciativas sociais, como o programa ‘Vida que Alimenta’, que oferece diariamente café da manhã e sopa para pessoas em situação de vulnerabilidade. Em São Paulo, o projeto alcançou a marca de 150 mil refeições distribuídas em seu primeiro ano, contando com o apoio de colaboradores voluntários.

O ‘Vida que Aquece’  é uma extensão do projeto que transforma uniformes hospitalares sem uso em cobertores destinados a pessoas em situação de rua. Em 2024, 1,5 tonelada de tecidos foi reaproveitada e, neste ano, o projeto ultrapassou a marca de 2,6 mil cobertores doados em diversos estados.

Diversidade

A diversidade e a inclusão são princípios centrais na atuação da empresa, que tem 74% de mulheres e 64% de pretos e pardos em seu quadro de funcionários. Além disso, metade das vice-presidências é ocupada por lideranças femininas. Em 2025, esse compromisso foi reconhecido com o selo IDIVERSA da B3, que certifica a solidez e a maturidade das práticas de diversidade e inclusão adotadas pela Hapvida.

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Assessoria de Comunicação