Postado em: 20/02/2024

CLIPPING AHPACEG 20/02/24

ATENÇÃO: Todas as notícias inseridas nesse clipping reproduzem na íntegra, sem qualquer alteração, correção ou comentário, os textos publicados nos jornais, rádios, TVs e sites citados antes da sequência das matérias neles veiculadas. O objetivo da reprodução é deixar o leitor ciente das reportagens e notas publicadas no dia.

DESTAQUES

Mortes por dengue chegam a 113 no país; 438 óbitos são investigados

Brasil supera US$ 1 bilhão em exportações de dispositivos médicos em 2023

Polícia conclui investigação de médicos que cobravam por cirurgias de pacientes do SUS

Unimed Nacional começa 2024 com expansão de serviços em Brasília

AGÊNCIA BRASIL

Mortes por dengue chegam a 113 no país; 438 óbitos são investigados

Desde 1º de janeiro, 113 pessoas morreram em todo o país em decorrência de infecção por dengue. De acordo com o painel de monitoramento de arboviroses do Ministério da Saúde, divulgado nesta segunda-feira (19/2), há ainda 438 mortes em investigação para a doença.

Os números mostram que, em menos de dois meses, o Brasil contabiliza 653.656 casos prováveis de dengue, o que leva a um coeficiente de incidência de 321,9 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

As mulheres respondem pela maioria das infecções (55%), enquanto os homens registram 45%. A faixa etária dos 30 aos 39 segue na liderança de casos de dengue, seguida pelo grupo de 40 a 49 anos e pelo grupo de 50 a 59 anos.

O Distrito Federal registra, atualmente, o maior coeficiente de incidência (2.814,5), seguido por Minas Gerais (1.061,7), Acre (644,7), Paraná (611,6) e Goiás (569,6). Em número de casos absolutos, Minas Gerais aparece em primeiro lugar (218.066). Em seguida estão São Paulo (111.470), Distrito Federal (79.287), Paraná (69.991) e Rio de Janeiro (49.263). 

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MEDICINA S/A

Brasil supera US$ 1 bilhão em exportações de dispositivos médicos em 2023

Com crescimento de 13,69% em relação ao ano anterior, as exportações brasileiras de dispositivos médicos totalizaram US$ 1,06 bilhão em 2023. Desse valor, US$ 596,12 referem-se às exportações de produtos médico-hospitalares, que apontaram crescimento de 0,18% em relação a 2022. O segmento de laboratório teve o maior crescimento (87%) registrado entre as verticais de dispositivos médicos. Já os aparelhos para filtragem de água para uso em laboratório foram, em 2023, o principal dispositivo médico exportado pelo Brasil. Seguido pelas válvulas cardíacas, bolsas e sacos para uso médico, categutes esterilizados e os artigos e aparelhos ortopédicos.

“Esse aumento se deve, entre outros fatores, pelo crescimento das exportações destinadas a China, que em 2023 passou a ser o segundo maior consumidor dos dispositivos médicos fabricados no Brasil. Em 2022, o país ocupava apenas a 16° posição no ranking dos países importadores do produto nacional”, diz Larissa Gomes, gerente de projetos e marketing internacional da ABIMO – Associação Brasileira da Indústria de Dispositivos Médicos.

As exportações do segmento de reabilitação apresentaram crescimento de 25,04% em 2023, totalizando US$ 102,16 milhões. Enquanto, odontologia foi o único segmento do setor a apresentar queda nas exportações no último ano, de 5,12%.

Seguindo a tendência do setor, as exportações das fabricantes nacionais associadas ao Brazilian Health Devices (BHD), projeto setorial da ABIMO em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), cresceram 7,5% em 2023, quando comparadas a 2022, e, somaram US$ 106,61 milhões. “Os índices positivos são reflexos das estratégias eficientes elaboradas pelo projeto, que analisa as melhores oportunidades de internacionalização, observando mercados atrativos e potenciais para a indústria nacional”, diz Larissa Gomes.

Entre os principais dispositivos médicos exportados pelas associadas durante o ano de 2023, estão: instrumentos para odontologia, artigos e aparelhos ortopédicos, instrumentos para uso na medicina e cirurgia e os cimentos para obturação dentária.

Quando falamos em importações dispositivos médicos 2023, o valor foi de US$ 8,18 bilhões em 2023, o que representou crescimento de 9,80% em relação ao apresentado em 2022. E, diferente das exportações, em que os produtos de laboratório foram destaque, na importação eles foram os menos representativos, somando US$ 3,84 bilhões, o que representou 47% do total importado pelo setor em 2023. Quando consideradas também as importações de produtos médico-hospitalares, essas mercadorias passam a representar 90,44% do total comprado pelo Brasil do exterior em dispositivos médicos.

Entre os principais fornecedores dos dispositivos médicos importados pelo Brasil estão Estados Unidos, Alemanha, China, Irlanda e Suíça, sendo as principais mercadorias importadas os produtos imunológicos para uso laboratorial, instrumentos e aparelhos para medicina e cirurgia, sondas/cateteres e os reagentes de diagnóstico laboratorial.

Principais países consumidores

Do total exportado em 2023, os principais mercados consumidores dos dispositivos médicos brasileiros foram Estados Unidos, China, Argentina, México e Colômbia. Sendo que a China, que em 2022 ocupava a 16° posição dos principais destinos das vendas externas do Brasil, em 2023 passou a ser o 2° principal mercado para o produto nacional.

“O valor importado de dispositivos médicos brasileiros pela China em 2023 foi aproximadamente 10 vezes maior do que o registrado em 2022. O aumento significativo deveu-se principalmente pelo crescimento nas importações de equipamentos para depuração de água para uso laboratorial”, diz Larissa.

Entre as empresas associadas ao BHD, os Estados Unidos foram os principais compradores dos dispositivos médicos, seguido da Argentina, México, Peru, Chile e Emirados Árabes Unidos. No total, somam em 137 os países importadores das mercadorias e 82 aqueles onde houve crescimento nas exportações em relação a 2022.

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TV ANHANGUERA

Polícia conclui investigação de médicos que cobravam por cirurgias de pacientes do SUS

globoplay.globo.com/v/12369845/

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METRÓPOLES

Unimed Nacional começa 2024 com expansão de serviços em Brasília


Líder no mercado de planos de saúde no Distrito Federal desde 2020, com aproximadamente 17% do market share, a Unimed Nacional quer assegurar a preferência entre os brasilienses este ano.

Segundo o presidente da cooperativa, Luiz Paulo Tostes Coimbra, a liderança é um motivo de orgulho, mas também uma enorme responsabilidade, pois significa atender às expectativas de moradores das 35 regiões administrativas, além de 33 municípios. Para isso, a cooperativa pretende fortalecer as parcerias existentes, bem como buscar novas colaborações que agreguem valor aos serviços para os clientes.

Quando o quesito é parceria, o Distrito Federal tem propiciado iniciativas que romperam as fronteiras da região. É o caso da cooperação com o Dr. Online, empresa especializada em telemedicina. O projeto nasceu, inicialmente, como uma parceria para oferta de atendimentos virtuais aos beneficiários locais. A satisfação e procura foi tamanha, que se tornou uma sociedade e, hoje, é oferecida nacionalmente. Além disso, tem proporcionado a criação de novos produtos, como o Consultório Digital, unidade de telemedicina destinada a empresas.

Em paralelo a novas parcerias, a Unimed também almeja estabelecer uma rede médico-assistencial própria, como forma de estar cada vez mais presente na prestação do serviço, garantindo, assim, a excelência do atendimento aos clientes. E foi justamente em Brasília que a cooperativa inaugurou, no ano passado, o primeiro Espaço Saúde.

Localizada em uma área de 9.500 m² na Asa Sul, a moderna estrutura reúne uma gama de serviços médicos, como infusão de medicamentos e atendimento de terapias avançadas, especializada em pacientes com transtorno do espectro autista (TEA). Além de pronto-socorro, centro de diagnóstico de imagem e hospital dia, que atende casos de baixo e média complexidade.

E outras estruturas próprias já estão em fase de planejamento. Luiz Paulo revela que a cooperativa pretende instalar seis clínicas nas principais regiões administrativas, que atuarão conectadas ao Unimed Espaço Saúde. Nessas instalações, os pacientes poderão fazer consultas e exames e serão encaminhados para a unidade principal apenas em casos mais complexos.

"Decidimos inaugurar aqui o nosso primeiro Espaço Saúde em agradecimento à acolhida que sempre recebemos dos brasilienses", afirma o presidente da Unimed Nacional, Luiz Paulo Tostes Coimbra.

Luiz Paulo ainda ressalta que o feedback dos pacientes e familiares serve de estímulo à decisão de construir outras unidades próprias.

Satisfação com o atendimento

Um exemplo do diálogo da cooperativa com os pacientes é o relato de Luciana Guedes, mãe do Pedro, de 8 anos. Desde os 2 anos, ele faz terapia para o espectro autista.

Em agosto do ano passado, o garoto passou a ser atendido pelo serviço de terapias avançadas do Espaço Saúde, e a mãe ficou satisfeita com o resultado. "Nesses últimos meses, ele se desenvolveu muito mais do que nos últimos três anos", conta.

Para ela, uma das principais razões está na retenção da equipe multidisciplinar da unidade, formada exclusivamente por profissionais especializados no cuidado de pessoas com o espectro e demais transtornos do neurodesenvolvimento.

Luciana elogia toda a atenção e cuidado que o filho recebe no Espaço Saúde

Luciana relata que, em outras situações, tiveram que lidar com uma elevada rotatividade dos profissionais responsáveis pelas terapias. Cada mudança demandava tempo para conhecerem a realidade do filho, e dele para criar laços com os médicos. "Felizmente, aqui [Espaço Saúde] é a mesma equipe desde o primeiro dia de atendimento", celebra a mãe de Pedro.

Outros pontos positivos da unidade são o atendimento individualizado, sendo apenas o filho e o terapeuta, e o maior tempo de duração em comparação a outras clínicas. O espaço das salas e o cuidado de ter um lugar reservado para os pais poderem trabalhar enquanto os filhos são atendidos, também são ressaltados por Luciana.

Ela ainda faz questão de citar o acolhimento recebido desde o primeiro dia, que foi fundamental para a adaptação da criança ao lugar. "Toda vez somos muito bem recebidos. Todos os funcionários são atenciosos e muitos fazem questão de cumprimentar o meu filho pelo nome. Esse cuidado e atenção fazem toda a diferença."

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Assessoria de Comunicação